Criança alega ter sido vítima de estupro de vulnerável em Paranaguá
A criança brincava nas dependências do condomínio quando foi abordado por um homem que ofereceu um pirulito
Uma criança de apenas cinco anos foi vítima de estupro de vulnerável na noite de quinta-feira (12), em um condomínio localizado na Avenida Belmiro Sebastião Marques, no bairro Jardim Yamaguchi, em Paranaguá.
De acordo com a Polícia Militar, a equipe de Rádio Patrulha Auto (RPA) foi acionada por volta das 20h15 após a mãe do menino, de 29 anos, relatar o crime. Segundo o depoimento da criança, ele brincava nas dependências do condomínio quando foi abordado por um homem que ofereceu um pirulito. Em seguida, o suspeito o levou até um local mais isolado, onde teriam ocorrido os abusos.
Testemunhas informaram aos policiais que o possível autor seria um homem de aproximadamente 50 anos, visto circulando pelo condomínio no momento dos fatos. As equipes realizaram diligências e buscas nas imediações, mas o suspeito não foi localizado até o momento.
A criança foi encaminhada, junto com a mãe, ao Hospital Regional do Litoral para atendimento médico e avaliação especializada.
Investigação
O NUCRIA (Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crime) de Paranaguá já iniciou as investigações sobre o caso. De acordo com o delegado Emmanuel Brandão, as providências foram adotadas imediatamente após o registro do boletim de ocorrência.
“O Nucria de Paranaguá, no momento em que tomou conhecimento do registro do boletim, já determinou as primeiras providências investigativas. Uma equipe do Nucria foi deslocada ao local para fazer um levantamento e buscar imagens de câmeras de segurança, além de eventuais testemunhas”, explicou.
A Polícia Civil também aguarda o resultado do laudo pericial, que deve ajudar a confirmar a materialidade do crime. “Estamos no aguardo do laudo pericial referente ao caso, para verificar se há ou não a confirmação da materialidade do crime”, acrescentou o delegado.
Nos próximos dias, a equipe deve ouvir as pessoas mencionadas no boletim de ocorrência e ampliar as diligências. “Após esses primeiros encaminhamentos, serão realizadas as oitivas das partes envolvidas e também a busca por possíveis testemunhas ou novas vítimas do suposto autor”, completou.
O delegado reforçou que o caso ainda está no início e que qualquer conclusão é prematura. “Tudo ainda está em fase preliminar de investigação. Neste momento, nenhuma conclusão pode ser tomada a respeito da situação noticiada.”



