Dom Bruno Versari assume temporariamente como bispo da Diocese de Paranaguá

Após quase dez anos à frente da Diocese de Paranaguá, Dom Edmar Peron se despediu oficialmente do governo diocesano. Em uma carta aberta com tom emocionante e espiritual, o agora bispo emérito agradeceu aos fiéis, padres, religiosos e leigos, compartilhou reflexões sobre sua missão episcopal e revelou os desafios enfrentados nos últimos tempos.
Logo no início, Dom Edmar recorre à passagem bíblica de Eclesiastes para marcar o momento presente como tempo de agradecer e se despedir. Ele relembra sua chegada à Diocese, comparando-se ao jumentinho usado por Jesus para entrar em Jerusalém no Domingo de Ramos:
“A Igreja me buscou, trouxe-me a esta Diocese de Paranaguá…”. Com humildade, admite suas limitações e reconhece que chegou ao ponto de precisar retornar, após se sentir enfraquecido e precisando de descanso.
Dom Edmar também destaca o apoio recebido do Núncio Apostólico Dom Giambattista Diquattro, que acolheu sua situação com atenção e sensibilidade, aceitando sua renúncia. Em seu lugar, foi nomeado como Administrador Apostólico Dom Bruno Elizeu Versari, a quem Dom Edmar agradeceu e confiou a continuidade do trabalho pastoral na Diocese.
Sobre Dom Bruno
Dom Bruno Elizeu Versari nasceu em 30 de maio de 1959 em Cândido Mota, diocese de Assis (São Paulo). Estudou Filosofia na Pontifícia Universidade Católica de Curitiba (1981-1983) e Teologia no Instituto “Paulo VI” em Londrina (1984-1987). Depois se especializou em Bíblia na Pontifícia Universidade Católica de Maringá.
Foi ordenado sacerdote em 3 de janeiro de 1988 e foi incardinado na Arquidiocese de Maringá. No decorrer do seu ministério, desempenhou os seguintes cargos: Vigário Paroquial de“Santa Maria Goretti” em Maringá (1988-1990); Assistente do Seminário Maior “Nossa Senhora da Glória” (1988-1990); Pároco de “Santa Isabel de Portugal” em Maringá (1990-2009); Ecônomo arquidiocesano (2001-2009); Membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores (2001-2010); Vigário Geral (2011-2015).
Com informações CNBB



