Grupo “Mais Saúde, Mais Vida” completa um ano promovendo cuidado e transformação na vida de pacientes
O encontro foi realizado no Complexo de Saúde Nazir Chimura Borba

Um ano de encontros, histórias, mudanças de hábitos e novas perspectivas. Foi assim que o grupo “Mais Saúde, Mais Vida”, da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) de Paranaguá, celebrou seu primeiro ano de atividades no dia 25 de setembro, em um encontro realizado no Complexo de Saúde Nazir Chimura Borba.
A comemoração reuniu pacientes e profissionais que acompanham a iniciativa, entre eles a superintendente de Atenção Secundária, Dra. Olívia Permegiani Vilarinho; a nutricionista Rafaela Carvalho de Amorim; e a psicóloga Cláudia Michelon da Luz Wildner.
Criado para acompanhar pessoas com indicação para cirurgia bariátrica pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o grupo se tornou, ao longo desse primeiro ano, um espaço de orientação, troca de experiências e incentivo para quem decidiu colocar a própria saúde como prioridade.
Um ano de histórias que vão além da balança
Para a superintendente de Atenção Secundária, Dra. Olívia Permegiani Vilarinho, celebrar o primeiro ano significa reconhecer a trajetória construída junto aos participantes.
“É muito gratificante chegar a um ano desse grupo e perceber o quanto ele se tornou importante para os nossos pacientes. Mais do que acompanhar um processo, nós estamos vendo pessoas mudarem hábitos, recuperarem a autoestima e, principalmente, passarem a olhar para a própria saúde com mais atenção.”
A proposta reúne profissionais de diferentes áreas e atividades que ajudam os participantes durante essa caminhada, incluindo acompanhamento nutricional e psicológico, além de ações como auriculoterapia e hidroginástica.
Para a nutricionista Rafaela Carvalho de Amorim, um dos principais resultados do grupo está justamente na possibilidade de criar vínculos entre pessoas que enfrentam desafios semelhantes.
“Quando trabalhamos em grupo, conseguimos resolver entraves de agenda e, principalmente, criar vínculos. O paciente percebe que sua dificuldade é semelhante à do colega e encontra apoio para manter a motivação. A cirurgia é apenas uma das ferramentas possíveis; o foco é na mudança de hábitos e de vida, que também reflete na família e no entorno do paciente.”



